A política teve uma manhã agitada no Rio de Janeiro. Além do afastamento do governador Wilson Witzel do cargo por suspeita de corrupção, o presidente do PSC, pastor Everaldo, foi para trás das grades sob acusação de desvio de dinheiro da saúde.

Everaldo ficou famoso por batizar Jair Bolsonaro nas águas do rio Jordão. Para teólogos, sua prisão foi por poluir as águas do rio bíblico.

O vice-governador que assumiu no lugar de Witzel também é investigado. Praticamente toda a Assembleia Legislativa, na sequência da linha sucessória, também. Se a Justiça afastar todos os investigados, um especialista disse que o Rio teria que ser governado pela tia que serve café no palácio da Guanabara.