Jair Bolsonaro e sua família fazem campanha de difamação contra uma jornalista da Folha de S Paulo há quase uma semana, pegando carona no depoimento sem provas de uma fonte que a acusa de querer trocar informações por sexo.

O país pede que o o Ministério da Saúde lance uma campanha contra a difamação sexual infundada.

Um especialista em política disse que a família Bolsonaro deveria estar mais preocupada não com o furo que a jornalista deu sobre a rede de fake news por Whatsapp, mas com os furos que a PM da Bahia fez em estilo de execução no miliciano Adriano da Nóbrega após receber inteligência da PM do Rio – ex-Bope homenageado pelos Bolsonaro e cujos parentes foram empregados no gabinete de Flávio Bolsonaro, devolvendo 20% do salário ao Queiroz no esquema das rachadinhas até 2018.

A suspeita é que os ataques à jornalista não passem de cortina de fumaça. Fumaça da fritura de Moro, que parece planejar sua candidatura para 2022.