O irmão do presidente Jair Bolsonaro, sem cargo público, é acusado de agir como interceptor de pelo menos 100 milhões de reais em verbas federais em prefeituras do interior de São Paulo. Renato Bolsonaro vai a eventos públicos, faz lobby e inaugura obras, mesmo não sendo contratado.

Antes, Renato já foi acusado de receber salário de assessor de 17 mil reais na ALESP sem bater ponto na assembleia. O clã Bolsonaro foi acusado de contratar pelo menos 102 pessoas com laços familiares em 28 anos de atuação na política.

Jair se defendeu: “Eu falei que ia expandir o Bolsa Família e agora o pessoal reclama. Com vocês não dá, é muita gente torcendo contra. Está encerrada a entrevista. Na próxima, mando o Moro processar e expulsar do país”, disse.