O deputado federal Eduardo Bolsonaro tem um pequeno problema. Numa entrevista, se distraiu e deixou a ditadura à mostra. Foi ridicularizado porque sua ditadura parece ser uma versão infantil da de 64.

Eduardo desabafou e disse que ao ser exposto publicamente se sentiu diminuído.

A polêmica acabou sendo curta e Eduardo amoleceu logo.

Ele se desculpou e declarou: “Sempre fui fino”.

Eduardo pediu desculpas por não conhecer muito de História e revelou ter tido problemas na escola: “Nunca fui bem dotado”.

No entanto, Dudu se disse perseguido e falou: “Hoje é dia de hastear a bandeira a meio pau”.

Sem demonstrar abatimento, a oposição acrescentou: “Ele endureceu mas não sentimos nada. Falamos ‘mas é só isso mesmo?'”

Eduardo também opinou sobre diferentes assuntos.

Ele demonstrou preocupação com o Chile, mas fontes próximas garantem que sua preocupação maior é o Peru.

Em guerra com o PSL, o deputado está cada vez mais encolhido. Admitiu que por baixo dos panos é PP.

Sobre o número pequeno de aliados no PSL, disse: “Melhor um pequeno esperto que um grande bobão”.

Sobre o decreto das armas, opinou: “Sei como é triste você ver o cara com aquela pistola enorme nos filmes e não ter uma em casa”.

Sobre a biometria nas eleições, foi taxativo: “É importante saber usar o dedo”.

Eduardo também se indispôs com Paulo Guedes e voltou a defender o mínimo.

Após tantas declarações intempestivas, ele se justificou: “Sou pavio curto”.