O prefeito do Rio de Janeiro Marcelo Crivella censurou um livro de história em quadrinhos que tinha, em suas páginas, dois homens se beijando. Ganhou o direito de recolher os livros no Tribunal de Justiça e mandou a polícia caçar os volumes.

Agora é a vez dos eleitores do Rio tratarem de censurar a foto de Crivella na urna em 2020.

A justificativa é que o pastor só fez sacanagem em sua passagem pela prefeitura.