O presidente Jair Bolsonaro e seus três filhos empregaram 102 parentes entre si em seus gabinetes. O levantamento foi publicado hoje pelo jornal O Globo.

Entre os nomeados está o sogro de Bolsonaro, que mora fora do Rio. Outros declararam profissões como babá ou “do lar” em processos na Justiça. Dois admitiram que nunca trabalharam de verdade para o grupo. A maioria jamais teve crachá emitido pela assembleia do Rio.

Há indícios da prática chamada de rachadinha, quando um parlamentar emprega pessoas e fica com a maior parte do salário delas. Com o tamanho do esquema, a prática será rebatizada para rachadona.