O presidente Jair Bolsonaro disse hoje que o próximo ministro do STF a ser indicado por ele será “terrivelmente evangélico”.

Linguistas apontaram o pleonasmo na expressão. “Se será escolhido por causa da religião, não precisa do terrivelmente. Fica subentendido que será terrível”, disse um professor.

Moro, que anda com a reputação no meio jurídico abalada após os vazamentos de chats da Lava Jato, aproveitou a folga para gravar um CD de louvor. Ele também teria sido visto usando cabelo na cintura e saia jeans na altura do tornozelo.

Segundo testemunhas, ele reclamava de ter levado um varão do Intercept e fazia uma fogueira com a Constituição e o Código de Ética da Magistratura dizendo: “Queima em nome de Jesus!”