O presidente eleito, Jair Bolsonaro, que durante a campanha prometeu reduzir o número de ministérios para 17, acabou fechando a conta com 22.

A formação do ministério teve direito a muitos recuos e avanços. No Trabalho, por exemplo, Bolsonaro decidiu, depois decidiu não decidiu, recuou e depois recuou do recuo. Direitos Humanos ainda não têm um titular mas já foi prometido um pau de arara para alguém assumir.

Cultura, Trabalho e Esportes foram extintos ou passaram por fusões. Ou seja: na área da Cultura, do Esporte ou do Trabalho, o brasileiro está fundido.