O presidente eleito, Jair Bolsonaro, sofre de uma rara patologia. A incontinência de continências faz com que ele use o cumprimento militar nas mais diversas situações, mesmo quando encontra com funcionários civis do segundo escalão do governo americano.

Ontem, Bolsonaro voltou a usar a saudação após o jogo do Palmeiras. “Talvez seja saudação de saudade mesmo, do tempo em que a continência era realmente necessária”, disse um especialista.

Para a analista gestual Marcela Manis, Bolsonaro está usando ideologia de cumprimentos. “Temos que pensar no Cumprimento sem Partido, sem viés ideológico”, disse.