Brasileiros já gastam, em média, três horas de seus dias consertando as correções feitas pelo corretor ortográfico dos smartphones, é o que mostra uma pesquisa realizada pelo NuPAL. De acordo com os dados analisados, as trocas de “é” por “e” são as campeãs, totalizando duas horas e 45 minutos. Os 15 minutos restantes servem para trocas de “pau” por “pai” e “HAHAHAHAHAHA” por “hahaha”, que transforma um simples sorriso numa risada fora de controle e desproporcional.

A analista de sistemas, Marcela Pereira, disse que o corretor já a colocou em situações constrangedoras. Por esse motivo, ela acabou voltando a usar seu celular antigo.

“Era uma tortura. Em grupos, trocar palavras como ‘pura’ por ‘put*’ era um acontecimento diário. ‘Gozou’ em vez de ‘gostou’ também já me deu dor de cabeça. Voltei ao meu velho Nokia, que nem internet tem” conta Marcela.