Após as eleições para a Assembleia Constituinte na Venezuela, convocadas sem a participação da oposição e com poder para reescrever Constituição do país, o presidente Nicolas Maduro vem recebendo duras críticas e sanções da comunidade internacional. Na semana passada, um referendo convocado pela oposição mostrou que a maioria dos venezuelanos não quer uma nova Constituição.

No Brasil, a presidente do PT Gleisi Hoffman apoiou a eleição e vem defendendo o regime de Maduro em artigos. O partido já emitiu notas nos últimos meses em apoio à presidência do conturbado líder.

Após tanto amor dedicado a Maduro, três pré-candidatos à Presidência do país convocaram uma festa “supra-partidária” para comemorar o apoio do PT a Maduro: Doria, Marina Silva e Bolsonaro, que estão atrás de Lula nas pesquisas.

“Eu, pessoalmente, gostaria até de registrar no TSE a senadora Gleisi como cabo eleitoral. Ela vem conseguindo mais votos para mim do que meus maiores aliados”, disse Jair Bolsonaro.

Doria conseguiu com a iniciativa privada 300 litros de champanhe que deverão ser entregues até 2038 e Marina Silva mudou de ideia na última hora e não compareceu.