Desde 2011, a cantora Adele está no topo das paradas. Os hits se sucedem e ela não sai de lá. Tudo ótimo para ela e seus empresários, que há anos enchem o cofrinho com incrível voz da moça. Mas nem tudo são flores. Psiquiatras do mundo todo temem que as músicas de Adele, sempre sofridas e de dor-de-cotovelo, influenciem na mente das pessoas. “Tememos que a ansiedade e a depressão aumentem no mundo”, diz o presidente da Sociedade Latino-Americana de Psiquiatria, Lorenzo Lopez.

Um estudo feito com um grupo de pessoas felizes submetidas às canções de Adele por cinco dias consecutivos foi feita em Miami. Mais de 90% delas terminaram a pesquisa e relataram ter chorado à toa na semana seguinte. Uma delas chorou de tristeza mesmo tendo ganhado na loteria. “O teor da fossa é muito forte”, diz Lopez. “A sofrência brasileira é pura alegria perto de Adele”, diz.