O Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro foi alvo hoje de operação do Ministério Público e da Polícia Federal. A operação “Quinto do Ouro” investiga recebimento de propinas e levou presos cinco conselheiros e, em condução coercitiva (depoimento à força) o presidente da Assembleia Legislativa, Jorge Picciani.

Assessores do presidente da assembleia revelam que Picciani, que já foi acusado de trabalho escravo nos anos 2000, mandou cercar o prédio histórico da Alerj no fim de 2016 não para conter protestos, mas para ir se acostumando “quando sua hora chegasse”.

“Ninguém quer ser pego de surpresa que nem o Cabral, não é? Imagina, acordar de manhã e já parar em Bangu. Além disso, ele também pediu para só andar algemado no banco de trás dos carros oficiais, só toma sol uma hora por dia mas usa o celular o dia inteiro normalmente, claro.”