Com a aprovação da terceirização para todas as atividades, que antes só era liberada para atividades meio mas não para atividades fim, o jovem Vinícius Silva Nascimento decidiu desistir de buscar emprego na sua área de formação e enviou seu currículo para lavouras de todo o país, em busca de melhor condição de trabalho.

“Trabalho em uma área que não era permitida a terceirização, e, agora que poderá ocorrer, deve dominar o mercado em breve. Como tenho amigos que trabalham para empresas terceirizadas e, além de ganhar mal, têm péssimas condições de trabalho e instabilidade, preferi ir trabalhar no campo”, disse o jovem de 24 anos.

Com a aprovação da lei, historiadores já pensam em voltar a usar o termo “país de terceiro mundo” para classificar o Brasil após a legalização da terceirização no momento atual do país.