Após três anos de carreira, o jovem funkeiro MC Guimê ganhou seu primeiro cachê. Parece estranho, mas todo o dinheiro conseguido até hoje pelo autor de “Plaquê de 100” e “Na Pista eu Arraso” com shows e venda de músicas foi para pagar as tatuagens que cobrem seu corpo.

“Vocês não sabem como k tou feliz”, disse Guimê num post no Instagram, em que aparecia ostentando uma moeda de um real. “É o primeiro reau (sic) agora é nóis na fita ninguem segura parça.”

MC Guimê, que tinha uma linha de crédito aberto no BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento) para pagar suas tatuagens, já tem destino para o dinheiro: ele diz que já enjoou de metade dos desenhos no corpo que tem e quer apagá-las. “Vou começar de novo. Dessa vez, acho que vou fazer só umas linhas que nem de caderno e vou escrevendo de canetinha, se enjoar apago”, disse em entrevista a uma rádio.

M Zorzanelli