A popularidade da presidente Dilma Rousseff despertou tanto que já ultrapassou a queda das ações da Petrobras. Institutos de pesquisa avaliam que hoje Dilma só é mais popular do que um tratamento de canal.

Brasileiros já organizam um movimento “fora, Dilma”. Um movimento com os dedos nos teclados de seus Smartphones, já que ir às ruas dá muita preguiça. É a era do ativista passivista.

Um analista avalia a atual situação :
“Hoje ela não conseguiria ser eleita nem para síndica de um prédio. Até porque se ela se mudasse para um novo prédio todos os vizinhos iriam embora”.