Aloísio Santana, de 35 anos, acaba de realizar um sonho. Ele terminou a última de um pacote de 29 plásticas que o deixaram a cara do emoticon que pisca com a língua de fora. “Sou muito disciplinado e encarei com um desafio”, diz Aloísio, que trabalha como diretor administrativo, é casado e tem três filhos.

Com a mudança, Aloísio diz que espera chamar atenção para o uso indiscriminado dos emoticons. “Eles são verdadeiros escravos. Expressam as mais variadas emoções, sem serem remunerados por isso”, afirma. Agora ele pretende convencer dois amigos a também fazer transformações: um ficaria com a cara do emoticon feliz e outro com a cara do emoticon zangadinho.