A Fifa acaba de anunciar uma revolução nas regras do futebol: a partir de agora, os jogadores filiados à principal federação do nobre esporte bretão devem ser castrados ainda na juventude. De acordo com a Fifa, isso evitaria atuações pífias de atletas que gostam de fugir da concentração para ir a baladas.

E, mais importante, limparia o nome do esporte, sempre associado a escândalos envolvendo ex-mulheres de jogadores, garotas de programa, travestis e pequenos animais. Isso sem falar no fim de interrupções nas partidas quando jogadores são atingidos na região pélvica. O menos entusiasmado com a mudança é o meia Richarlyson, do São Paulo. “Desnecessário”, desabafou o atleta. “Eu nunca tive problema com mulher”.

“Precisamos ver pelo lado bom. Musicalmente, teremos um avanço. O hino nacional vai ficar bem mais interessante, com um coro de castrati”, diz Luis Antonio Giron, editor de cultura da revista Época.

Ainda não se sabe onde irão os restos das masculinidades dos jogadores. A prefeitura da cidade gaúcha de Pelotas ofereceu um terreno baldio para que os membros sejam enterrados.