boneca1A Justiça gaúcha decidiu que manter um relacionamento com uma boneca inflável não é adultério. A 13 Vara de Família de Porto Alegre negou a indenização pedida por Maria Aparecida Gomes a seu marido, Marcílio Gomes, que obrigava a família a conviver com uma boneca.

Marcílio fazia questão de que a boneca sentasse na mesa para almoçar com sua família e até adotou um boneco inflável, a que batizou de “João”. Para se justificar, Marcílio disse que sua mulher real é “uma pessoa vazia”.

Maria conta que sua paciência se esgotou com a chegada do “filho” do casal. “O senso de humor dele é ridículo. Ainda colocou o nome do boneco de João, uma coisa completamente óbvia”, disse Maria. Marcílio também providenciou uma cadela inflável para o cãozinho da família, Bilu. “Comprei mesmo. As outras são cachorras, mas a Fifi nunca decepciona”, disse Marcílio.boneca3

Ele afirmou que teve a ideia da boneca quando Maria começou a fazer um regime. “Eu gosto de mulher mais cheinha”, justificou. Segundo Marcílio, enquanto Maria tem um temperamento difícil e instável, a mulher inflável é bem mais calma. “Ela não é estourada”, diz.