Pato da Fiesp foi pago com fraude e Skaf diz: ‘Ué, eu disse que não pagaria o pato’

O marqueteiro do PMDB Renato Pereira, preso pela Polícia Federal, já revelou o caixa dois de Cabral, Pezão e Pedro Paulo. Em São Paulo, Pereira delatou Paulo Skaf e Marta Suplicy. Não se sabe o valor, mas Renato Pereira diz que a campanha “Quem vai pagar o pato?” que ajudou a derrubar Dilma Rousseff, foi paga com dinheiro de uma licitação fraudada por Skaf.

Skaf já veio a público dizer que “naturalmente” não pagou o pato do próprio bolso. “Ué, estava lá escrito o tempo todo. ‘Eu não vou pagar o pato’, estava impresso no bicho. Eu fui sincero desde o início”.

O pato amarelo de quatro metros de altura contratado por Skaf como símbolo da “luta contra a corrupção” pediu demissão imediatamente.

“Encontramos o pato com a cabeça enterrada no chão”, disse um funcionário da Fiesp.

“Eu nunca fui muito ligado em contas, então nunca soube quem me pagava. Sabia que o dinheiro pingava. Quando vi que era meu próprio pai, com dinheiro de licitação fraudada, foi demais para mim. Pode-se dizer que estou f***** e mal pago.”