Jovem morando sozinho está há três anos abrindo potes de sorvete esperando encontrar feijão

O drama na vida do carioca Bruno Machado, de 23 anos, começou quando ele saiu da casa de seus pais para morar sozinho em outra cidade, onde cursa sua tão sonhada faculdade. Há três anos, Bruno luta contra um grave problema e, ainda sem perspectiva de conseguir resolver sua situação, ele desabafou à nossa redação.

“Há três anos eu não como feijão. Desde que optei por morar sozinho, eu faço exatamente o que eu fazia quando morava com meus pais e irmãos. Compro potes e mais potes de sorvete, deixo os potes na geladeira na esperança de que, ao abri-los, tenham virado feijão. Até hoje, nada” desabafa em lágrimas.

Bruno hoje se encontra endividado por conta de empréstimos estudantis que fez para pagar pelos potes. De acordo com ele, ele nem sequer gosta de sorvete, compra apenas na esperança de que, o que ele chama de “milagre do feijão no pote de sorvete”, aconteça em sua vida.

“Eu já comprei das marcas mais baratas até às mais caras e não adiantou. Acredito que forças sobrenaturais estejam agindo em meu apartamento, não só pelo mistério envolvendo o feijão” contou.

Bruno relatou uma série de eventos estranhos que estão acontecendo em seu lar. Alguns deixaram nosso repórter assustado.

“Quando eu morava com meus pais, as roupas apareciam lavadas e passadas no guarda-roupas e o papel higiênico nunca acabava. O mesmo acontecia com a louça na pia, ela simplesmente desaparecia. Tudo isso mudou e eu não sei mais o que fazer” desabafou enquanto se benzia e mostrava um cesto de roupas sujas cheio e uma pia com louça acumulada.