Pedido para anotar protocolo é lobby de fabricantes de caneta, conclui investigação

Uma investigação conjunta organizada pela Interpol, CIA, Scotland Yard e diversas agências espalhadas pelo mundo concluiu a existência de um poderoso esquema de lobby liderado pelos fabricantes de caneta.

Com o crescimento da era digital, as fábricas de caneta entraram em crise aguda no final dos anos 90 e entraram o século XXI a beira da falência. Para sobreviver em meio a essa crise, os fabricantes estariam realizando operações escusas, como por exemplo um fortíssimo lobby em conjunto com as empresas de telemarketing, operadoras de celular e de tv por assinatura. “Toda vez que um atendente pede para que o número do protocolo seja anotado, uma caneta volta a escrever”, concluiu o Agente Parker, o porta-voz da força tarefa.

A investigação chegou a conclusão de que apesar do lobby e do aporte de dinheiro nas empresas para que o pedido de anotar o número do protocolo continue, a tática não estaria dando certo por um simples motivo: ninguém anota o número do protocolo.

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