Preocupado que o desemprego ultrapasse sua popularidade, Temer sanciona decreto que legitima profissão de YouTuber. A decisão foi tomada com base nos textões, hashtags e campanhas em prol da valorização da classe.

A medida foi tomada logo após o IBGE publicar um estudo que aponta um número de desempregados maior que o Estado de São Paulo, totalizando 12 milhões de brasileiros. Temendo que o número aumente a ponto de virar uma Venezuela, a decisão é a aposta para conter o desemprego. Mas há aqueles que criticaram tal medida.

Segundo nota oficial, o presidente planeja que a decisão seja feita gradualmente.

“Primeiro queremos que o IBGE passe a considerar youtubers como pessoas ocupadas e, posteriormente, empregadas”, disse Temer.

O SIFON, Serviço de Informações Online, estima que, com a regularização da profissão, milhares de jovens poderiam dizer aos pais que, agora, de fato, têm uma ocupação. A medida causou desconforto à bancada do standup, que busca regularização da profissão há muito mais tempo. Segundo Felipe Bastos, líder da bancada de stand up, “fazer graça sentado já é uma profissão de deputados e senadores e não deveria ser reconhecida como legítima”.

Bruno Magno