Nike era a preferida. Adidas aparecia de vez em quando. Puma, em eventos especiais. Fidel Castro lutou contra o capitalismo, mas, na terceira idade, foi um dos maiores entusiastas das grandes marcas esportivas. No dia da sua morte, unidas, essas marcas globais lançaram nota de pesar, lamentando a morte do líder revolucionário que tinha se transformado em garoto-propaganda.

“Ele nos fava uma visibilidade muito especial. Sua morte deixa um vácuo de sofrimento em nosso marketing”, diz a nota.

Agora, essas marcas, em conjunto, vão lançar produtos especiais em verde oliva para homenagear Fidel. Mas nem tudo é união: as empresas disputam ferozmente qual delas vestirá o líder cubano no momento de sua cremação. A Nike sai na frente: com tantos jogadores de futebol no centro de polêmicas, já está mesmo com o filme queimado.