Faltando apenas três dias para a Rio 2016, o espírito olímpico trouxe para o Brasil uma epidemia raríssima de desidratação, e os principais transmissores da epidemia estão associados diretamente aos meios de comunicação. De acordo com estudos realizados até o momento, qualquer matéria que mostre um atleta olímpico contando sua história de superação para chegar até os jogos é um possível vetor do vírus, que contagia pessoas de todas as idades e não possui uma cura até o momento.

“Eu estava fazendo um textão no meu Facebook criticando as olimpíadas e, ao atualizar a página, fui surpreendido por uma publicidade que contava a história de uma atleta que passou inúmeras dificuldades para conseguir chegar à Rio 2016. Nesse momento, lágrimas rolaram de meus olhos e, até agora, não pararam” disse Arnaldo Siqueira, 39 anos.

De acordo com outras vitimas da epidemia, se a matéria trouxer uma criança, os sintomas se agravam. A prefeitura disponibilizou um kit anti-desidratação, que traz diversas obras superfaturadas para os jogos, tentando fazer a pessoa dar mais importância para isso, do que para as histórias dos atletas, porém não obteve nenhum resultado. Especialistas já descartaram a possibilidade de os atletas terem algum tipo de culpa, tanto em relação a epidemia, quanto às obras superfaturadas e acreditam que torcer por eles é a melhor maneira de impedir o avanço da epidemia.